A Partir dos esforços de Sheila Stilwell, mãe de uma criança com síndroma de Down e de Alice de Melo Tavares, pedopsiquiatra, nasceu esta Associação a 2 de Fevereiro de 1962, com o nome de Associação Portuguesa de Pais e Amigos das Crianças Mongolóides. Com a adesão à International League of Societies for the Mentally Handicapped, houve necessidade de alterar o nome para Associação Portuguesa de Pais e Amigos das Crianças Diminuídas Mentais, actualmente designada por Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental (APPACDM).
A Associação tem como objectivo promover a inclusão do Cidadão com Deficiência Mental na sociedade, no respeito pelos princípios de normalização, personificação, individualização, bem como o equilíbrio das famílias dos cidadãos com Deficiência Mental. Aposta ainda na sensibilização e co-responsabilização da sociedade e Estado nas suas várias formas, no papel que lhes cabe na resolução dos problemas do Cidadão com Deficiência Mental e respectiva família. Ainda defender e promover os reais interesses do Deficiente Mental nas Instituições, no Trabalho, no Lar e na Sociedade, tendo como princípios básicos partilhar lugares comuns, desenvolver capacidades, ser tratado com respeito e ter um papel socialmente valorizado; sensibilizar pais e famílias, motivando-os para a defesa dos seus familiares e apetrechando-os para a assunção das responsabilidades que lhes cabem na condução de uma perspectiva permanente na escola e na família; humanizar as estruturas de resposta de modo a desenvolver meios não restritos para o Deficiente Mental, promover a necessária adequação da legislação Portuguesa e Comunitária no sentido de serem reconhecidos e respeitados os direitos e deveres do Cidadão com Deficiência Mental e desenvolver actividades culturais, recreativas, desportivas, de Lazer e tempos Livres.
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